Açoriano Oriental, 26 de Maio de 2009
Estas viagens às Américas fazem-me uma confusão. Em vez de serem consideradas "Acções de Formação para governantes verem como se faz", vêm eles tentar ensinar o Padre Nosso ao vigário.
E nem me refiro à redundância da frase.
O que vale são as reuniões marcadas com autoridades políticas luso-descendentes para fazer valer os interesses da região.
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