Acerca de Borat

O "documentário" de Borat acerca da cultura norte-americana comparando-a com a sua nação imaginária que dá pelo nome Kazaquistão, numa espécie de revisitação à Alexandre de Tocqueville, mas com óbvias intenções humorísiticas fez-me rir. Porém, mais do que rir, perturbou-me, envergonhou-me. Em certos momentos, senti-me embarassé. Gozar com a inocência ou a ingenuidade dos outros não é o meu forte.
Se era isso que Sacha Cohen - nome verdadeiro do protagonista - pretendia, então conseguiu. Tenho uma dúvida: é mesmo verdade todas aquelas situações de apanhados? A Pamela Anderson não sabia de nada? Não há dúvidas que quer as montagens quer a prestação dos "actores" é excelente, parecendo ser genuina.
Claro que a partir de agora, Borat morre porque todos o conhecem e não caem na armadilha. Fica o arquivo para a posteridade.
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